Montagem / Redação POP

Na última semana, um vídeo sobre a abertura de “Amor à Vida” bombou nas redes sociais. Com o selo Luciana Gimenez de polêmica, o autor do vídeo pretendia revelar uma mensagem subliminar na introdução da novela de Walcyr Carrasco.

O vídeo já começa com um letreiro bem polêmico: “Autor de Amor à Vida pede para animador americano fazer uma versão com um final gay”. Começa então a abertura, com o casal de bailarinos tentando executar uma dança moderna enquanto Daniel faz sua versão de “Maravida”. Enquanto rola o vídeo, pequenas frases do autor da “denúncia” vão aparecendo.

Confira o vídeo:

Entendi que houve uma transformação e na parte final a bela bailarina se torna um homem de ombros largos, mas isso é classificado como mensagem subliminar? Achei que era óbvio como aquelas propagandas da Jequiti no SBT. “Amor à Vida” tinha a proposta de trazer diversos personagens homossexuais, entre eles o próprio vilão, logo é bem óbvio imaginar que a abertura foi feita para acompanhar isso.

Discutindo o assunto aqui na redação, uma interpretação interessante surgiu: a abertura de “Amor à Vida” representa tudo o que o homem precisa em sua vida, e esse homem é um dos elementos que todo o homem precisa. Não no sentido carnal da coisa: mas nenhum homem é capaz de viver sozinho, ou só com mulheres. Ele precisa de um amigo, um irmão ou algo do gênero. Perceba que na cena propriamente dita o personagem de traços escuros é apenas consolado pelo personagem masculino de traço branco e, quando eles vão se envolver, o bailarino masculino volta a se transformar em uma mulher.

Essas mensagens subliminares, viu…