05 de julho de 2013

“Bela, a Feia” foi a versão da Record para o clássico “Betty, A Feia”

“Betty, a Feia”, a versão colombiana, fez muito sucesso e gerou versões em vários países. Coube à Record, com “Bela, a Feia”, adaptar a trama no Brasil.

Por: Coisas de Novela

Divulgação

Betty, a Feia”, a versão colombiana, fez muito sucesso e gerou versões em vários países. Coube à Record, com “Bela, a Feia”, adaptar a trama no Brasil.

Erro nº1 do canal: adaptar a versão mexicana em vez da original. “Bela, a Feia” foi atrás de “A Feia Mais Bela”, a versão produzida pela Televisa, como base para a adaptação. Claro, eles estavam aproveitando o acordo com o canal mexicano (o mesmo que deu origem a “Rebelde”). Mas, convenhamos, a versão original era muito superior.

Em favor da Record, a ideia de escalar Gisele Itiê no papel de Bela, e conseguir deixar uma atriz que é sex symbol “feia” foram decisões competentes. Mas os acertos sofreram com os erros, costumeiros da Record, de querer adaptar a sua grade de programação de acordo com supostas necessidades. Exemplo: “Bela, a Feia” concorria com “Caminho das Índias” no começo, então decidiram mudá-la para o horário das 20h15. Depois foi a vez de “A Fazenda” jogar a novela para as 22h. No final das contas, a novela foi parar no horário das 23h15, praticamente escondida no começo da madrugada.

Bom, a história todo mundo conhece: Anabela (ou Bela, para os íntimos) é uma moça considerada feia por usar óculos enormes, aparelho nos dentes e roupas e cabelo antiquados. Ela arruma um emprego como secretária do presidente da agência +/Brasil e se apaixona pelo chefe, Rodrigo (Bruno Ferrari), que não dá a mínima para ela de início. A história de humilhação em cima de humilhação, seguida de uma bela virada nunca falha, e é aplicada aqui também.

Mas, com tudo isso, “Bela, a Feia” conseguiu adaptar a história competentemente para o nosso país, com a dose certa de humor e drama.